Carta do Mês

Operação Cavalo de Troia
Desde o primeiro dia, lá pelos idos de 1500, quando um português da esquadra de Cabral deu um pequeno espelho para um índio nativo e recebeu em troca uma pepita de ouro, configurou-se uma das mais trágicas heranças culturais do Brasil, que de tão arraigada parece genética: essa mania do brasileiro de se maravilhar com tudo que vem de fora.

Mania de terceirizar a culpa
Ao avaliar as dificuldades que enfrentava para atingir as metas de vendas, um executivo resumiu em poucas palavras a causa do desalento: – “Não é possível competir com um concorrente que oferece preços irreais, baseados em práticas comerciais duvidosas, isto não se sustenta. Em breve, ele quebrará e ocuparemos nosso espaço de direito”. Hoje, o mesmo dirigente que desqualificava

Êxodo de talentos
Os anos de turbulências da economia brasileira forjaram executivos fortes, atentos, criativos e flexíveis a situações adversas, um perfil valorizado no atual cenário de profundas mudanças no mercado externo e de globalização da força de trabalho. Entretanto, esse reconhecimento poderá gerar problemas internos, caso não sejamos capazes de reter nossos talentos e reforçar valores éticos que busquem o crescimento da

O sequestro da nossa intimidade
Quando penso nos impactos gerados pela tecnologia, concluo que avaliações entusiasmadas nos levam a conclusões que apenas reforçam algumas contradições da sociedade moderna. Explico: no caso da tecnologia, a conclusão hegemônica é de que ela, obrigatoriamente, nos traz os benefícios da agilidade da comunicação, do conforto e das facilidades que nos ajudam a vencer desafios típicos do mundo civilizado. E

A comoditização das estratégias
Em recente conversa com um executivo de marketing, ouvi a seguinte frase: – “O sistema apontou como decisão mais segura”. Independente do contexto, a afirmação levou-me a questionar sobre o atual fascínio e, às vezes domínio, que essas ferramentas exercem sobre algumas pessoas. Delega-se à ferramenta a última palavra sobre importantes decisões, envolvendo estratégias e ações que quase sempre têm

A eugenia corporativa
Ao rever “Os meninos do Brasil”, que assisti na década de 70, percebi que é possível traçar, sem nenhum exagero, um paralelo entre ficção e a realidade de algumas empresas, ao analisarmos o processo de seleção de candidatos. Não, não se trata de um filme sobre jogadores de futebol ou meninos de rua. Na verdade, a obra cinematográfica “Os Meninos

Operação Cavalo de Troia
Desde o primeiro dia, lá pelos idos de 1500, quando um português da esquadra de Cabral deu um pequeno espelho para um índio nativo e recebeu em troca uma pepita de ouro, configurou-se uma das mais trágicas heranças culturais do Brasil, que de tão arraigada parece genética: essa mania do brasileiro de se maravilhar com tudo que vem de fora.

Mania de terceirizar a culpa
Ao avaliar as dificuldades que enfrentava para atingir as metas de vendas, um executivo resumiu em poucas palavras a causa do desalento: – “Não é possível competir com um concorrente que oferece preços irreais, baseados em práticas comerciais duvidosas, isto não se sustenta. Em breve, ele quebrará e ocuparemos nosso espaço de direito”. Hoje, o mesmo dirigente que desqualificava

Êxodo de talentos
Os anos de turbulências da economia brasileira forjaram executivos fortes, atentos, criativos e flexíveis a situações adversas, um perfil valorizado no atual cenário de profundas mudanças no mercado externo e de globalização da força de trabalho. Entretanto, esse reconhecimento poderá gerar problemas internos, caso não sejamos capazes de reter nossos talentos e reforçar valores éticos que busquem o crescimento da

O sequestro da nossa intimidade
Quando penso nos impactos gerados pela tecnologia, concluo que avaliações entusiasmadas nos levam a conclusões que apenas reforçam algumas contradições da sociedade moderna. Explico: no caso da tecnologia, a conclusão hegemônica é de que ela, obrigatoriamente, nos traz os benefícios da agilidade da comunicação, do conforto e das facilidades que nos ajudam a vencer desafios típicos do mundo civilizado. E

A comoditização das estratégias
Em recente conversa com um executivo de marketing, ouvi a seguinte frase: – “O sistema apontou como decisão mais segura”. Independente do contexto, a afirmação levou-me a questionar sobre o atual fascínio e, às vezes domínio, que essas ferramentas exercem sobre algumas pessoas. Delega-se à ferramenta a última palavra sobre importantes decisões, envolvendo estratégias e ações que quase sempre têm

A eugenia corporativa
Ao rever “Os meninos do Brasil”, que assisti na década de 70, percebi que é possível traçar, sem nenhum exagero, um paralelo entre ficção e a realidade de algumas empresas, ao analisarmos o processo de seleção de candidatos. Não, não se trata de um filme sobre jogadores de futebol ou meninos de rua. Na verdade, a obra cinematográfica “Os Meninos
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